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Tela acoplada faz PS3 ficar portátil

Posted by Alessandra on segunda-feira, abril 26, 2010 in

Tela LCD permite usar PS3 de qualquer lugar com tomada

por Redação GAlileu

O Playstation 3 Slim, lançado no final do ano passado, já é muito mais leve que o modelo anterior. Mas para facilitar ainda mais a vida dos gamers, a Hori, empresa japonesa especializada em acessórios de videogame, anunciou um dispositivo que deixa o jogador brincar com o console de qualquer lugar onde exista uma tomada, de acordo com o sute Kotaku.

Chamado de HP3-87, o aparelho é licenciado pela Sony e tem uma tela LCD portátil de 11,6 polegadas. Ao ser embutida no Playstation 3 Slim, a tela mostra seus jogos em alta resolução. Quando não é usada, a tela pode ser dobrada, como se fosse um laptop.

  Divulgação
O HP3-87 também permite que o usuário use o Playstation 3 Slim como um Blu-ray portátil. Ele será vendido no Japão a partir de 27 de maio, por US$ 275. Mas ainda não há previsão de venda para outros países.

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Games pagos na internet exigem supervisão dos pais, dizem educadores

Posted by Alessandra on quinta-feira, abril 15, 2010 in
Jogos gratuitos oferecem itens comprados com dinheiro de verdade.
Pais tendem a prestar mais atenção nos riscos ‘reais’ do que nos ‘virtuais’.


O game “Colheita feliz” permite a criação de uma pequena horta com verduras e legumes. No jogo presente no Orkut há diversos recursos gratuitos, como utilizar adubo para que as plantas cresçam mais rápido ou regar o solo para que as sementes não morram. Obter novos elementos, como um cão para proteger a plantação e outros animais, exige que o jogador compre créditos utilizando dinheiro de verdade.

O título com grande apelo pelo público infantil faz parte de uma nova tendência dos games on-line, que é o “item selling” (venda de itens como armaduras e armas, por exemplo) ou micro transações. “Os jogos são gratuitos, mas, para conseguir comprar um acessório específico, é necessário pagar uma quantia em dinheiro”, diz Julio Vieitez, diretor-geral da Level Up! Games, empresa especializada em jogos on-line, que tem games como “Ragnarök” e “Grand chase” que utilizam este sistema de cobrança. “É como a TV aberta e a TV por assinatura. Você pode se divertir apenas com os canais abertos sem pagar nada, mas, se quiser mais conteúdo, terá que desembolsar uma quantia em dinheiro”.

Outros títulos que fazem bastante sucesso nas redes sociais são “Buddypoke” e “Farmville”. A característica principal destes títulos é que os itens adquiridos com “dinheiro real” custam pouco se comparado ao pagamento de uma mensalidade para se jogar on-line, comuns em RPGs on-line como “World of warcraft” e “Ragnarök” (este já trabalha com o sistema de “item selling”). O jogador compra certa quantia em créditos e pode adquirir acessórios para incrementar o jogo. “Este modelo de negócios é uma tendência mundial nos MMOs, permitindo que a empresa promova melhor os jogos e que os jogadores experimentem o game antes o quanto quiserem de decidir investir nele”, explica Vieitez.

O problema apontado por educadores é que este tipo de pagamento possa levar a criança ao vício pelo jogo por dinheiro, pois elas desejarão sempre comprar mais no game. “A exposição muito cedo ao consumo pode ser perigoso”, diz a professora Maria Ângela Barbato Carneiro, do núcleo de cultura e pesquisa do brincar da PUC, em São Paulo. “Sem controle dos pais, a criança é estimulada a jogar, exigindo mais dinheiro. É um apelo ao consumo”.

A coordenadora de tecnologia educacional do colégio Dante Alighieri em São Paulo, Valdenice Miratel, acredita que qualquer game pode viciar sem a mediação dos pais. “Existe o componente do vício independentemente do dinheiro envolvido [no game]. É importante que se encontre um equilíbrio para que o jogo seja uma atividade lúdica que una pais e filhos”.


As educadoras afirmam que as crianças não devem ficar sozinhas expostas ao conteúdo dos jogos e da internet. “Cabe aos pais controlar a criança”, afirma Maria Ângela. “Se ela ficar apenas jogando, a tendência é que ela consuma cada vez mais e peça mais dinheiro para gastar no jogo”. Os cuidados se aplicam para o uso da internet. “Os pais se preocupam em saber quem são os amigos do filho, mas não apresentam os mesmos cuidados com a internet, onde os perigos são piores”, conta Valdenice. “O mundo virtual fez perder a noção de riscos e é necessário ter um acompanhamento familiar para saber que sites e que jogos a criança acessa."


Uma dica para os pais é ter o controle do dinheiro dado aos filhos. “A criança deve receber uma mesada para o consumo”, explica Maria Ângela. “O importante é deixar claro que, se ela gastou o dinheiro antes do tempo, só receberá a quantia novamente no outro mês”.

A família precisa também ensinar noções de gastos com o dinheiro “virtual”. “A criança não vê o troco ao ver o pai realizando uma compra on-line”, diz Valdenice. “Por isso, a família deve estar sempre junto, os pais devem mediar o uso do jogo, participar com o filho e explicar o que acontece neste mundo”. Com limites, as educadoras afirmam que não há problema neste tipo de game on-line.

O game 'Grand chase' utiliza o sistema de 'item selling', permitindo comprar acessórios que aprimoram as habilidades do personagem virtual do jogador. (Foto: Divulgação)

Fonte: Gustavo Petró Do G1, em São Paulo


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Demitidos pela Activision, criadores de ‘Call of duty’ anunciam parceria com a EA

Posted by Alessandra on segunda-feira, abril 12, 2010 in
Jason West e Vincent Zampella lançaram estúdio nesta segunda-feira (12).
Dupla foi afastada em março pela produtora, por 'ameaçar' futuro da série.


Os criadores da franquia de sucesso “Call of duty”, que foram demitidos da Activision Blizzard no mês passado, lançaram um novo estúdio nesta segunda-feira (12). Durante o lançamento do Respawn Entertainment, Jason West e Vince Zampella aproveitaram para anunciar uma parceria com a Electronic Arts, rival da Activision.
De acordo com o anúncio, o novo estúdio contará com uma equipe de “designers, artistas e engenheiros de nível internacional” para desenvolver games que terão “direitos de distribuição e publicação em todo o mundo” concedidos “exclusivamente” para a EA.

“Respawn Entertainment marca um novo começo para Jason e eu”, disse Zampella, em comunicado. “Durante a última década, lideramos uma grande equipe de desenvolvimento e demos nossa alma para criar uma franquia de jogo épico no formato de tiro em primeira pessoa. Hoje nós esperamos fazer tudo isso de novo – abrir um novo estúdio, contratar uma grande equipe, e criar novos jogos com um novo parceiro, a EA”, completou.

O lançamento do estúdio Respawn Entertainment, que ficará baseado em Encino, na Califórnia, vem um mês após a demissão da dupla da Activision.

Em ação na justiça norte-americana, a Activision Blizzard acusa os dois ex-executivos - diretores do estúdio Infinity Ward - de tentar prejudicar os ativos da companhia e de ameaçar o futuro da série “Call of duty”.

Segundo a ação, West e Zampella eram insubordinados e atuavam para interesse próprio, tendo negociado com concorrentes enquanto ainda estavam sob contrato, e teriam tentado impedir a Activision de conceder bônus aos funcionários da Infinity Ward para facilitar que estes fossem “roubados” quando os dois fundassem sua própria empresa.

A Activision também acusou West e Zampella de terem mantido “reféns” versões do jogo “Call of duty” para conseguir suas demandas. Os dois executivos também entraram com uma ação contra a antiga empregadora, buscando US$ 36 milhões em royalties e danos.

O sexto jogo da série, “Call of duty: modern warfare 2”, foi lançado no final do ano passado e vendeu quase 12 milhões de unidades nos Estados Unidos, Japão e Grã-Bretanha, ainda em 2009. O game estabeleceu o recorde de mais vendido no dia de lançamento, com 4,7 milhões de cópias e estimados US$ 310 milhões.

Após a demissão dos dois executivos, a Activision criou uma nova unidade para a série “Call of duty”. Um novo jogo será lançado no segundo semestre deste ano.

Fonte: G1/globo.com

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Repertório do game 'Green Day: Rock band' é divulgado

Posted by Alessandra on segunda-feira, abril 12, 2010 in
Trilha sonora trará 47 canções, incluindo a íntegra de três álbuns da banda.
Jogo musical será lançado no dia 8 de junho.

A banda norte-americana Green Day divulgou o repertório do game musical "Green Day: Rock band", que será lançado no dia 8 de junho. As informações são do site da revista "Rolling Stone".

A trilha sonora do jogo terá 47 canções, incluindo a íntegra dos álbuns "Dookie", "American idiot" e "21st century breakdown", além de faixas dos discos "Warning", "Nimrod" e "Insomniac".

O jogo começa com a banda tocando em um espaço fictício apelidado de Warehouse (ou "armazém"), que captura o clima dos primeiros palcos em que o Green Day se apresentava no início da carreira. Na etapa seguinte, a banda pula para o Milton Keynes National Bowl, onde foi gravado o álbum ao vivo "Bullet in a Bible", de 2005. A terceira fase do game se passa no Fox Theatre, em Oakland, na Califórnia (EUA).

O game também inclui fotos e imagens de arquivo cedidas pela gravadora Warner Bros. e pela MTV americana — em comparação à edição exclusiva dedicada aos Beatles, "Green Day: Rock band" tem duas vezes a quantidade de vídeos.

Veja o setlist completo de "Green Day: Rock band".

Dookie
“Burnout”
“She”
“Having a blast”
“Sassafrass roots”
“Chump”
“When I come around”
“Longview”
“Coming clean”
“Welcome to paradise”
“Emenius sleepus”
“Pulling teeth”
“In the end”
“Basket case”
“F.O.D.”

"American idiot"
“American idiot”
“She’s a rebel”
“Jesus of suburbia”
“Extraordinary girl”
“Holiday”
“Letterbomb”
“Boulevard of broken dreams”
“Wake me up when september ends”
“Are we the waiting?
“Homecoming”
“St. Jimmy”
“Whatsername”
“Give Me novacaine”

"Warning"
“Minority”
“Warning”

"Nimrod"
“Hitchin’ a ride”
“Good riddance (Time of your life)”
“Nice guys finish last”

"Insomniac"
“Brain stew” / “Jaded”
“Geek stink breath”

"21st Century Breakdown"
“Song of the century”
“¿Viva la gloria? (Little girl)”
“21st century breakdown”
“Restless heart syndrome”
“Before the lobotomy”
“Horseshoes and handgrenades”
“Last night on earth”
“The static age”
“Peacemaker”
“American eulogy”
“Murder city”
“See the light”

Fonte: G1/globo.com

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Gibi de Batman é vendido por novo recorde de US$1,075 milhão

Posted by Alessandra on terça-feira, março 23, 2010 in ,


Sex, 26 Fev, 01h28

LOS ANGELES (Reuters) - As primeiras aparições de Superman e Batman em gibis quebraram recordes de valor de venda em leilões e romperam a barreira de 1 milhão de dólares, em uma época em que os investimentos tradicionais vêm se saindo mal e que os super-heróis parecem estar se tornando mais atraentes.

Um gibi de 1939 em que a figura do mascarado Batman combatendo o crime apareceu pela primeira vez foi vendido em leilão em Dallas, na quinta-feira, pelo valor recorde de 1,075 milhão de dólares, anunciou a Heritage Auction Galleries.

Três dias antes, um comprador pagou 1 milhão de dólares pela estreia mundial de Superman na primeira edição de seu gibi da Action Comics, mais que triplicando o recorde mundial anterior de gibis, fixado no ano passado.

Shirrel Rhoades, ex-editor e vice-presidente executivo da Marvel Comics, disse que os altos valores de venda dos gibis constituem em parte um reflexo da situação difícil da economia no momento.

"Quando a bolsa está em baixa e os investimentos imobiliários também, os objetos colecionáveis representam uma alternativa na qual se pode investir e que pode ter algum potencial de crescimento", disse ele.

Rhoades disse ainda que o gibi número 1 da Action Comics, de 1938, pode ser visto como mais histórico que o primeiro gibi em que Batman apareceu, mas que as vendas desta semana parecem estar seguindo sua lógica própria.

A Heritage Auction Galleries não divulgou o nome do dono anterior ou da pessoa que arrematou o volume Detective Comics número 27, o primeiro gibi a trazer o personagem Batman.

O dono anterior é um colecionador experiente que comprou o gibi por 100 dólares há mais de 40 anos. Na época, disse a Heritage Auction Galleries, o preço que ele pagou pareceu alto.

ECONOMIA EM BAIXA, GIBIS EM ALTA

A venda do gibi Action Comics número 11 foi feita pela ComicConnect.com, e Vincent Zurzolo, executivo operacional chefe do site, concorda com a visão de Rhoades de que gibis estão sendo vendidos por valores recordes porque representam um investimento atraente em uma economia em recessão.

Ele disse que compradores pagam valores altos por gibis antigos porque querem algo "com o qual estejam familiarizados, com que se sintam à vontade e que considerem ser um bom investimento."

Na década de 1930, os gibis Action Comics número 1 e Detective Comics número 27 eram vendidos por 10 centavos de dólar.

Especialistas disseram que uma mesma edição de um gibi pode variar muito de preço, dependendo da condição de conservação da revista.

A Heritage Auction e a ComicConnect disseram que as revistas que venderam esta semana eram cópias em ótimo estado de conservação.

Rhoades contou que é dono de uma cópia rasgada do Action Comics número 1 que está sem a capa e vale muito pouco.

Mas disse que, mais de oito anos atrás, doou a uma faculdade de arte um exemplar do gibi de 1963 Amazing Spider-Man número1 (Homem Aranha) que na época valia 40 mil dólares. Ele estima que esse valor já tenha chegado a mais de 100 mil dólares.

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